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Mostrando postagens com o rótulo A Gata Comeu

Desafio da escolha única

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Embora, em alguns casos, possa ser quase impossível aderir a uma preferência para isto ou aquilo, o desafio vale a pena. A seguir estão minhas respostas. INFÂNCIA Um brinquedo: a boneca Bebezinho, da coleção Bebezinhos, da Estrela Uma brincadeira: brincar de boneca Uma travessura: me enfiar com amiguinhas por todos os cantos que eram alvo de maior ou menor restrição no Colégio Curitibano Adventista - Bom Retiro, onde estudei Um medo: de palhaço (só durou até meus cinco anos de idade, mas foi suficiente para me fazer vomitar em mim mesma na escola, por causa da ansiedade que sentia num dia em que apareceria por lá um palhaço 😂) Uma disciplina escolar apreciada: Português Uma disciplina escolar detestada: Matemática SENTIDOS Uma cor: rosa claro Um sabor: o de chocolate Um perfume: o de terra molhada Um som: o do canto dos pássaros durante o pôr do sol Uma textura: a do pelo do meu gato 😸 GOSTOS Uma estação do ano: verão (sem ser escaldante) Uma roupa: confortável Um animal...

A amizade de Jô e Lenita, de A Gata Comeu

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  As irmãs e confidentes Jô (Christiane Torloni) e Lenita (Deborah Evelyn) Torna-se claro, ao longo da trama de A Gata Comeu , que, para Ivani Ribeiro, a concepção de amizade corresponde a valores tais quais compaixão, franqueza e cumplicidade, cuja presença manifesta-se, por exemplo, nos papos bem-humorados de Zé Mário, Vitório e Tony, nas conversas despojadas da protagonista e o falso Conde e nos diálogos camaradas de Fábio e seu Martim. Relacionamento algum, contudo, envolve o imenso zelo e a profunda afeição inerentes ao companheirismo das irmãs de criação Jô e Lenita, que, apesar de suas personalidades distintas, visto que, enquanto a primeira revela-se romântica e impulsiva, a segunda denota-se – salvo sua decisão inconsequente de unir-se a Edson – pragmática e ponderada, demonstram, o tempo todo, necessitar dos conselhos, do apoio e do carinho uma da outra. Com efeito, embora seja evidente o caráter sincero e despretensioso da singular amizade estabelecida entre a personag...

Resenha - A GATA.DOC, de Antônio Aurélio Constâncio

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A fascinação exercida por uma novela inesquecível Capa do ebook A GATA.DOC , de Antônio Aurélio Constâncio No decorrer da segunda metade do século XX, época do aprimoramento das técnicas da produção televisiva no Brasil, tramas pautadas por enredos bem engendrados e agraciadas por elencos muito afinados alicerçavam os ditames da teledramaturgia nacional, viabilizando, inclusive, a imprecisa, porém, patente miscibilidade desta com o cotidiano de grande parte da população do país. Com efeito, graças aos folhetins, que atuavam como "carros-chefes" de suas respectivas grades de programação, emissoras tais quais as extintas TVs Excelsior e Tupi, além da ainda ativa Rede Globo, instituíram-se e consolidaram-se, ao mesmo tempo que atores, diretores e autores, que contribuíram para seu sucesso firmar, conquistaram a simpatia do público e a aclamação da crítica. Nesse sentido, determinados nomes, naturalmente, alçaram voos mais amplos do que outros, o que lhes garantiu consa...

O que poderia ser diferente em A Gata Comeu

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Embora considere minha novela predileta, A Gata Comeu (1985), um trabalho primoroso, eu certamente alteraria ou acrescentaria, em sua trama, alguns detalhes significativos, que, a fim de esclarecer de forma devida, compilo e explico a seguir. 1- Em razão da falta de coerência no comportamento do protagonista masculino, eu excluiria do roteiro a cena do capítulo 111 em que, após inteirar-se do desentendimento entre Fábio e Jô provocado pelo incidente da carta forjada por Gláucia, Paula tenta se reconciliar com o professor, que, em vez de repeli-la, visto que já se achava na época apaixonado pela "gata", parece um tanto quanto “mexido” pelas investidas da ex-noiva, que até lhe provocam um calor ridículo ; Fábio e sua reação exacerbada diante de Paula, por quem, de acordo com os eventos apresentados até então no folhetim de Ivani Ribeiro, ele já não sentia amor algum... 2- Incluiria na trama a lendária cena externa do casamento de Jô e Fábio, que, por algum moti...

Paula, a polêmica personagem de A Gata Comeu

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Paula, interpretada pela atriz Fátima Freire, numa cena de A Gata Comeu A novela A Gata Comeu , se bem que tenha sido apresentada diversas vezes na televisão desde sua estreia em 1985, continua a gerar, em razão do delicioso caráter atemporal que lhe é peculiar, algumas discussões concernentes a pontos emblemáticos de seu enredo. Entre eles, pode-se destacar a mudança de comportamento verificada, no decorrer da história, em Paula Queiroz, que, segundo alguns telespectadores, de tranquila e sensata, passa a apresentar-se, sem mais nem menos, histérica e voluntariosa, o que sempre surpreendeu muitos dos admiradores da trama de Ivani Ribeiro. Uma análise minuciosa e atenta dos princípios que norteiam os passos da filha mais velha de seu Martim e de dona Ofélia, todavia, é capaz de esclarecer a verdadeira natureza de tal personagem, cujas características, prontamente no primeiro capítulo do folhetim, já são reveladas por sua autora. Ao contrário do que defendem alguns, Paula não s...

O amor de Jô e Fábio, da telenovela A Gata Comeu

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Nuno Leal Maia e Christiane Torloni como o professor Fábio Coutinho e Jô Penteado, de forma respectiva, na telenovela A Gata Comeu , originalmente exibida, pela Rede Globo, na década de 80 Diferente do que comumente se pensa acerca do romance central de A Gata Comeu (1985), não se deve imaginar que os momentos de ternura de Jô e Fábio não tenham sido mais explorados pela autora da novela, Ivani Ribeiro, porque ela não soube conferir o devido valor ao relacionamento dos protagonistas, mas, sim, porque seu amor é mais puro, profundo e exemplar  – no sentido de servir de modelo para os amantes da vida real  – do q ue o da maioria dos demais casais do folhetim em questão, coisa que implica certa aura de delicadeza, que se deve respeitar por meio do recato ou da omissão de cenas românticas. Com efeito, a pureza inerente à afeição dos personagens principais não diz respeito a algo imaculado ou casto, mas, antes, à ideia de que o sentimento que os une é tão especial que se e...