Devem ser, ao longo de toda a infância, estimuladas a inocência, a ludicidade e a liberdade, que, por meio de artifícios variados, como histórias, estudos e brincadeiras, promovem num indivíduo o desenvolvimento consistente de suas capacidades motoras, cognitivas, emocionais e sociais. Nos últimos anos, entretanto, menor importância tem sido conferida particularmente ao ato de brincar, à medida que ascende a popularidade das modernas tecnologias, às quais, num mundo ideal, indivíduos de até 12 anos de idade sequer deveriam ter acesso. Torna-se imprescindível, pois, a redescoberta, por parte das novas gerações, das particularidades e dos prazeres que proporcionam, no cotidiano infantil, brinquedos, a exemplo de bonecas, de bolas, de carrinhos e de jogos, e atividades, tais quais fazer bolinhas de sabão, pular corda, brincar de pega-pega e andar de bicicleta, de maneira que sejam resgatados os valores característicos e fundamentais da meninice. Espera-se que, hoje e sempre, as mentes sen...
Muito lindo!! Interessante esse hábito de muitos animais nos adotarem. Também fui adotada um tempo por uma gata, mas ela não saía. Até o dia que começamos a arrumar nossa mudança. Antes de nos mudarmos, Gabriela foi embora e não a vi mais.
ResponderExcluirOi, Erika!
ExcluirDizem que gatos são seres intimamente ligados ao mundo espiritual, que escolhem se relacionar com certas pessoas em razão de sua vibração energética em dados períodos de sua vida. Talvez Gabriela tenha se aproximado de você devido a circunstâncias peculiares em que se encontrava seu dia a dia na época em que ela apareceu (tal como se deu com o sr. Knightley em minha vida), o que, em decorrência de alguma alteração, provavelmente positiva, nessa conjuntura, levou-a a afastar-se de seu convívio, já que sua "missão" estava concluída. Enfim, é um mistério...
Abraços!