10 canções menos conhecidas do ABBA que superam alguns de seus hits
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ABBA em 1976
Todo artista do meio musical, sem exceção à regra, inevitavelmente possui canções que, ainda que contenham belas vozes, intrincados arranjos e atraentes melodias, não se tornam, por alguma estranha razão, composições de grande repercussão. O ABBA, banda sueca cuja atividade estendeu-se de 1972 a 1982, fora a breve retomada de seu trabalho em 2021, mediante o lançamento do discoVoyage, padece, infelizmente, dessa incompreensível estatística, não obstante a qualidade excepcional de sua música, que atravessa as décadas encantando pessoas das mais diversas idades e de distintas culturas. Eu, como fã ardorosa que sou de tal conjunto desde o fim de minha adolescência, creio ser capaz de elencar 10 de suas canções que boa parte do grande público não conhece, mas que, em certos casos, chegam a superar alguns dos hits do grupo. Assim, a todos apresento, a seguir, minha compilação especial, por meio da qual espero que muitos que restringem o ABBA a faixas como "Dancing Queen" e "The Winner Takes It All" compreendam que, apesar dos excelentes atributos de composições como essas, existe um trabalho mais amplo e mais complexo efetuado pela banda em questão do que, a princípio, poder-se-ia imaginar.
1- "Andante, Andante", do álbum Super Trouper, de 1980
Uma das mais sofisticadas canções do ABBA, em razão de sua melodia suave e, de maneira simultânea, penetrante; de sua letra romântica e, de forma concomitante, sensual; e da delicada e, ao mesmo tempo, hipnotizante voz de Frida.
2- "Happy New Year", do álbum Super Trouper, de 1980
Trabalho musical que oferece uma tocante e atemporal mensagem em sua letra, fora uma linha melódica de extremo requinte.
3-"Move On", do álbum The Album, de 1977
Obra que contempla simbologias notáveis da vida, combinadas a vozes e a vocais intrincados.
4- "One Man, One Woman", do álbum The Album, de 1977
Composição em que as sensatas palavras acerca da coragem e da perseverança para enfrentar um casamento em crise combinam-se, de modo cálido, com seus arranjos, em que o sempre maravilhoso piano de Benny é o destaque.
5- "Kisses of Fire", do álbum Voulez-Vous, de 1979
Doce e animada canção, que, introduzida por uma suave melodia, logo dá lugar a um ritmo frenético, tal qual a paixão por sua letra explorada.
6- "Cassandra", lançada como single em 1982 e incluída, em novas edições do The Visitors, como uma de suas faixas bônus
Talvez esta composição apresente a mais inusitada letra da banda, em virtude do fato de respaldar-se, ao som de arranjos que prontamente remetem à tradição musical da Grécia, na abordagem das agruras de uma personagem da mitologia de tal país.
7-"Like An Angel Passing Through My Room", do álbum The Visitors, de 1981
Uma das mais singelas e, surpreendentemente, penetrantes canções do grupo, que se vale de uma atmosfera de reminiscência e de resignação perante a vida.
8-"My Love, My Life", do álbum Arrival, de 1976
Faixa cujas harmonias evocam à lembrança um belíssimo coral de igreja, algo que se coaduna com a terna mensagem de sua letra.
9- "As Good As New", do álbum Voulez-Vous, de 1979
A mescla de ritmos variados, que alcançam desde o violino clássico até o sintetizador moderno, torna esta canção envolvente e icônica.
10- "Eagle", do álbum The Album, de 1977
Esta faixa, cuja letra é inspirada na novela Fernão Capelo Gaivota, de Richard Bach, destaca-se por seus acordes de guitarra, que casam muito bem com a atmosfera da composição.
Este post é dedicado às bonecas bebês de minha infância, que sempre preferi às bonecas Barbie. Sim, eu era quase uma ET entre as meninas, mas o fato é que achava mais divertido segurar, abraçar e beijar as nenéns, lhes dar banhos numa banheira com esponjinhas, com shampoo e com condicionador, vesti-las de acordo com seus aniversários, com o Natal ou com as estações do ano, fazer festinhas para celebrar os aninhos de vida de cada qual e lhes ministrar aulas, entre outras brincadeiras, do que manusear Barbies e me inserir no universo dessas moças – não se enganem, porém, pois também brinquei muito com as garotas da Mattel e com seus "bens", como banheiras, piscinas e jipes, ainda que esses brinquedos não fossem meus favoritos. Vamos às bebês! Bilu, da Estrela A primeira contemplada é um exemplar da Bilu, da Estrela, que, de acordo com minha mãe, ganhei em 1991, quando eu era um bebê de um ano e meses de idade. Já não a tenho, mas guardei como recordação uma foto da neném, muit...
Aqui apareço, aos seis anos de idade, na festinha de aniversário de Isabel (a boneca do centro), que na época se chamava Marina, estando ela acompanhada de suas "irmãs" e de suas "amigas" Isabel, numa foto atual, usando seu macacãozinho com estampa imitando patchwork Em 12 de outubro de 1995, ganhei de minha mãe um presente de Dia das Crianças que, no decorrer de minha infância, viria a se tornar meu mais amado brinquedo: a boneca Bebezinho, da Coleção Bebezinhos, a qual é produzida religiosamente, até os dias de hoje, pela Estrela. Embora eu não tivesse então completado sequer seis primaveras, o primeiro vislumbre que tive da neném loira de plástico quando ela ainda se encontrava na embalagem de fábrica, trajando um adorável macacão com estampa de patchwork , ornado, na parte frontal, por duas fileiras de babados e por um laço cor-de-rosa, jamais se esvaneceu de minha memória, como se, de maneira inconsciente, eu já soubesse que a formosa menininha diante de mim ...
Neste mês se completam inacreditáveis 30 anos desde que ganhei a boneca Bebezinho, da coleção Bebezinhos, da Estrela, inesquecível presente de Dia das Crianças, que se tornou meu mais amado brinquedo de infância. Aqueles que acompanham meu blog certamente já conhecem Isabel, graças às publicações Declaração de amor a uma boneca e Bonecas bebês da infância , as quais agora complemento com esta postagem, que, ao mesmo tempo que homenageia a neném em questão, presta um agradecimento a minha saudosa avó. Isso porque a mãe de minha mãe foi a responsável por confeccionar a maior parte do guarda-roupas de minha querida menina, que ganhou da "bisavó" cinco modelitos diferentes de vestidos, alguns dos quais me recordo de terem sido bolados por mim, mediante desenhos que fiz e que minha avó interpretou e – mesmo que, em certas ocasiões, tenha reclamado da tarefa – trouxe à vida, com suas costuras. Abaixo exponho, pois, cada uma das peças em pauta e explico o significado q...
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