10 canções menos conhecidas do ABBA que superam alguns de seus hits
Gerar link
Facebook
X
Pinterest
E-mail
Outros aplicativos
-
ABBA em 1976
Todo artista do meio musical, sem exceção à regra, inevitavelmente possui canções que, ainda que contenham belas vozes, intrincados arranjos e atraentes melodias, não se tornam, por alguma estranha razão, composições de grande repercussão. O ABBA, banda sueca cuja atividade estendeu-se de 1972 a 1982, fora a breve retomada de seu trabalho em 2021, mediante o lançamento do discoVoyage, padece, infelizmente, dessa incompreensível estatística, não obstante a qualidade excepcional de sua música, que atravessa as décadas encantando pessoas das mais diversas idades e de distintas culturas. Eu, como fã ardorosa que sou de tal conjunto desde o fim de minha adolescência, creio ser capaz de elencar 10 de suas canções que boa parte do grande público não conhece, mas que, em certos casos, chegam a superar alguns dos hits do grupo. Assim, a todos apresento, a seguir, minha compilação especial, por meio da qual espero que muitos que restringem o ABBA a faixas como "Dancing Queen" e "The Winner Takes It All" compreendam que, apesar dos excelentes atributos de composições como essas, existe um trabalho mais amplo e mais complexo efetuado pela banda em questão do que, a princípio, poder-se-ia imaginar.
1- "Andante, Andante", do álbum Super Trouper, de 1980
Uma das mais sofisticadas canções do ABBA, em razão de sua melodia suave e, de maneira simultânea, penetrante; de sua letra romântica e, de forma concomitante, sensual; e da delicada e, ao mesmo tempo, hipnotizante voz de Frida.
2- "Happy New Year", do álbum Super Trouper, de 1980
Trabalho musical que oferece uma tocante e atemporal mensagem em sua letra, fora uma linha melódica de extremo requinte.
3-"Move On", do álbum The Album, de 1977
Obra que contempla simbologias notáveis da vida, combinadas a vozes e a vocais intrincados.
4- "One Man, One Woman", do álbum The Album, de 1977
Composição em que as sensatas palavras acerca da coragem e da perseverança para enfrentar um casamento em crise combinam-se, de modo cálido, com seus arranjos, em que o sempre maravilhoso piano de Benny é o destaque.
5- "Kisses of Fire", do álbum Voulez-Vous, de 1979
Doce e animada canção, que, introduzida por uma suave melodia, logo dá lugar a um ritmo frenético, tal qual a paixão por sua letra explorada.
6- "Cassandra", lançada como single em 1982 e incluída, em novas edições do The Visitors, como uma de suas faixas bônus
Talvez esta composição apresente a mais inusitada letra da banda, em virtude do fato de respaldar-se, ao som de arranjos que prontamente remetem à tradição musical da Grécia, na abordagem das agruras de uma personagem da mitologia de tal país.
7-"Like An Angel Passing Through My Room", do álbum The Visitors, de 1981
Uma das mais singelas e, surpreendentemente, penetrantes canções do grupo, que se vale de uma atmosfera de reminiscência e de resignação perante a vida.
8-"My Love, My Life", do álbum Arrival, de 1976
Faixa cujas harmonias evocam à lembrança um belíssimo coral de igreja, algo que se coaduna com a terna mensagem de sua letra.
9- "As Good As New", do álbum Voulez-Vous, de 1979
A mescla de ritmos variados, que alcançam desde o violino clássico até o sintetizador moderno, torna esta canção envolvente e icônica.
10- "Eagle", do álbum The Album, de 1977
Esta faixa, cuja letra é inspirada na novela Fernão Capelo Gaivota, de Richard Bach, destaca-se por seus acordes de guitarra, que casam muito bem com a atmosfera da composição.
A propósito, entre agosto de 2009 e março de 2012, eu mantive o blog Thank You For The Music, ABBA, que continua na internet, conforme é possível verificar aqui
Reúno a seguir 10 curiosidades referentes a meu amor por bonecas. 1- Quando criança, eu gostava de diversas brincadeiras. Andar de velocípede, pular corda, soprar bolinhas de sabão, jogar bola, balançar, andar de bicicleta, pular na cama elástica, rolar o morro gramado do jardim de uma das escolas onde estudei e me esbaldar em parques de piscinas de bolinhas eram, sem dúvida, algumas das atividades que mais me davam prazer. Passar o tempo com bonecas e me dedicar às inúmeras possibilidades que isso me oferecia representavam, contudo, algo que, se envolvesse bebês e menininhas de plástico, aconchegava particularmente meu coração. Aos três aninhos, brincando de jogar bola num parque. Ao fundo está minha avó Aos seis anos de vida, em outro parque, pedalando minha bicicleta Na varanda de casa, aos oito anos, brincando no velocípede com uma amiguinha da escola (nesse meio-tempo, um bambolê e um quadro-negro aguardavam ser novamente manuseados) Com nove, quase dez anos de idade, divertindo-...
Este post é dedicado às bonecas bebês de minha infância, que sempre preferi às bonecas Barbie. Sim, eu era quase uma ET entre as meninas, mas o fato é que achava mais divertido segurar, abraçar e beijar as nenéns, lhes dar banhos numa banheira com esponjinhas, com shampoo e com condicionador, vesti-las de acordo com seus aniversários, com o Natal ou com as estações do ano, fazer festinhas para celebrar os aninhos de vida de cada qual e lhes ministrar aulas, entre outras brincadeiras, do que manusear Barbies e me inserir no universo dessas moças – não se enganem, porém, pois também brinquei muito com as garotas da Mattel e com seus "bens", como banheiras, piscinas e jipes, ainda que esses brinquedos não fossem meus favoritos. Vamos às bebês! Bilu, da Estrela A primeira contemplada é um exemplar da Bilu, da Estrela, que, de acordo com minha mãe, ganhei em 1991, quando eu era um bebê de um ano e meses de idade. Já não a tenho, mas guardei como recordação uma foto da neném, muit...
Chamo-me Karen Monteiro, sou licenciada e bacharel em Letras (Português/Inglês) e trabalho como corretora de redações numa plataforma virtual e como vendedora em sites diferentes. Criei este blog, Tudo o que me (co)move , a fim de nele compartilhar com outras pessoas, por meio de reflexões, de resenhas e de fotos, minhas impressões acerca de assuntos que me inspiram e orientam-me em meu dia a dia, como a literatura e a teledramaturgia, e minhas memórias tocantes a histórias e a objetos que marcaram minha infância. No que se refere a livros, aprecio romances clássicos, tais quais os de Jane Austen e os de Eça de Queirós; escritos modernistas, a exemplo dos de Mário de Andrade; e um ou outro texto contemporâneo de ficção, como a série Harry Potter , de J. K. Rowling. Quanto a televisão e a filmes, prefiro, em geral, produções antigas, entre elas, as novelas Amor com Amor Se Paga (1984) e A Gata Comeu (1985), o seriado Jeannie é um Gênio (1965-1970) e os longas de Charles Chapli...
Comentários
Postar um comentário