Meu reino por um balanço
Uma de minhas mais vívidas memórias de infância associa-se a brinquedos de parque, com destaque para os balanços. Recordo-me nitidamente de que eu não podia vislumbrar o assento de um vago, tão logo punha os pés em qualquer playground, sem que corresse para me acomodar nele e me deleitar, por longos minutos, com o vaivém da peça. Se, no entanto, todos os balanços estivessem ocupados por outras crianças (que nesse momento se tornavam para mim bastante incômodas), via-me frustrada em minhas expectativas, o que me levava a me concentrar em divertimentos distintos, como escorregadores e roda-rodas, enquanto não podia me deliciar com o principal objeto de minha atenção. Sem dúvida, o auxílio que me prestava minha mãe ou meu avô, um dos quais sempre me acompanhava aos parques, era valioso, já que nenhum deles se esquecia de vigiar a disponibilidade de vagas em meu brinquedo predileto, de maneira que, assim que deparava com alguma, chamava-me, indicando, com o dedo, aquilo que eu mais ansiava constatar. Dessa forma transcorreu, até que eu tivesse doze anos de idade, minha meninice, embora possua registros fotográficos somente da primeira infância que comprovam o quão afeiçoada era por balanços. Espero, de todo modo, que apreciem as poucas, porém, adoráveis fotos que aqui exibo com alegria.
Feliz Dia das Crianças!
Que fotos adoráveis, Karen! Compartilho com você a afeição por balanços, também sempre foi meu brinquedo favorito (apesar de não ir com muita frequência aos parques), e esse gosto se estende a redes, e cadeiras de balanço também. Adorei o post nostálgico.
ResponderExcluirAbraço ♥
Oi, Karyne!
ExcluirVocê mencionou outra de minhas paixões da infância: as redes. Como eu gostava de balançar numa por horas a fio!
Espero que você esteja bem!
Beijos :*